
Passaram-se mais ou menos dez anos. Velho demais está. Sua cabeça nada sente mais. Nem o coração se enche de alegria. A vida passou muito rápido, e a bota não saiu do pé. Num velho voyagem roubado, numa madrugada chuvosa, cruzou ele a fronteira. Nunca mais o viram. Aurora, cheiro de chuva, estrada...

Um comentário:
el sapón y el soltita
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