domingo, 14 de junho de 2009

Maturidade

Melancolicamente levo a vida. Fortes dores de cabeça fazem os meus olhos lacrimejarem de tanta dor. Os primeiros minutos deste domingo foram os piores de toda a minha existência. Enquanto cruzo a Bezerra de Menezes a procura de uma banca de jornal e de uma aspirina, volto a perceber que viver é uma grande besteira sadia.

Assim como Dylan, defendo o sagrado direito de ser deixado em paz. Adianta ficar irritado com aquilo que pertuba o juízo? talvez não. . . E sabe de uma coisa: o desprezo é uma arma poderosa.



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