terça-feira, 8 de abril de 2008

A ESPIÃ, 2006.



Rachel Steinn vive numa holanda assolada pelo regime nazista. Desde então, seus sonhos e seu destino estão nas mãos do vigarismo revolucionário. Ela, contudo, não tem uma vida disponível para entregar aos sonhos alheios. Assim, logo descobre que, num ambiente de hostilidade, até os que se dizem corretos são fraudulentos.

Como eu ia dizendo, Rachel é uma judia de família rica, e encontra-se em meio à estupidez do governo nazista. E sua vida é valiosa demais para poder ser entregue ao mito revolucionário. Entretanto, a pobre moça acaba por cair nos ditames fraudulentos do já falido mito sedicional.

Sua liberdade não estava ligada a um regime, mas a liberdade pra cantar a canção deseja. Seu aspecto meio é o principal atrativo da trama. A insistência pela vida mostra-se, nesta obra, uma perfeita sincronia. É, enfim, uma dança onde nem sempre o vencedor é o mais forte.

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