sexta-feira, 7 de março de 2008

Juno, 2007.


Juno é bom. Nem ruim nem ótimo; é simplesmente bom. Não tem um roteiro amargo como o de “A pequena miss sanshine”. Também não usa clichês. Tem sensibilidade. É trágico e esperançoso. É lindo. Invejável. Assisti no dragão – no lugar da aula de consumidor. Na sala de cinema: eu, uma coca-cola, uma pipoca de R$ 4,00 e um velhinho com sua senhora, que, por sinal, sempre são vistos nas salas de cinema.

Vai um tic-tac laranja?

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